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TNA - Teologia da Nova Aliança
TNA - Teologia da Nova Aliança

QUE É TEOLOGIA DA NOVA ALIANÇA?

 

Geoff Volker, Bill Knaub,  Mike Adams e entre [ ] Sodré Gonçalves

Teologia da Nova Aliança

 

Teologia da nova aliança (TNA) é a linha de interpretação bíblica dos desdobramentos do plano divino da salvação. O foco desta abordagem é a obra e a pessoa de Jesus, o Messias, e o que Deus realizou e cumpriu por meio dele pelos eleitos. O Senhor Jesus é o grande tema dos livros dos dois Testamentos, como evidencia o texto de Efésios 1.7-10:



Nele temos a redenção por meio de seu sangue, o perdão dos pecados, de acordo com as riquezas da graça de Deus, a qual ele derramou sobre nós com toda a sabedoria e entendimento. E nos revelou o mistério da sua vontade, de acordo com o seu bom propósito que ele estabeleceu no Messias, isto é, de fazer convergir em Cristo todas as coisas, celestiais ou terrenas, na dispensação da plenitude dos tempos.



A premissa principal da TNA é que essa aliança, mediada por Cristo, é completamente nova, e substitui  a antiga (“a aliança mosaica”) [preservando alguns de seus elementos]:



Agora, porém, o ministério que Jesus recebeu é superior ao deles, assim como também a aliança da qual ele é mediador é superior à antiga, sendo baseada em promessas superiores. Pois, se aquela primeira aliança fosse perfeita, não seria necessário procurar lugar para outra. Deus, porém, achou o povo em falta e disse: “Estão chegando os dias, declara o Senhor, quando farei uma nova aliança com a comunidade de Israel e com a comunidade de Judá. Não será como a aliança que fiz com os seus antepassados, quando os tomei pela mão para tirá-los do Egito; visto que eles não permaneceram fiéis à minha aliança, eu me afastei deles”, diz o Senhor.

“Esta é a aliança que farei com a comunidade de Israel depois daqueles dias”, declara o Senhor. “Porei minhas leis em sua mente e as escreverei em seu coração. Serei o seu Deus, e eles serão o meu povo. Ninguém mais ensinará o seu próximo, nem o seu irmão, dizendo: ‘Conheça o Senhor’, porque todos eles me conhecerão, desde o menor até o maior. Porque eu lhes perdoarei a maldade e não me lembrarei mais dos seus pecados”. Chamando “nova” esta aliança, ele tornou antiquada a primeira; e o que se torna antiquado e envelhecido está a ponto de desaparecer (Hb 8.6-13).



A antiga aliança era o pacto divino estabelecido exclusivamente com a nação de Israel. Os termos dessa aliança eram os “dez mandamentos” ou “tábuas de pedra”: Disse o Senhor a Moisés:



“Escreva essas palavras; porque é de acordo com elas que faço aliança com você e com Israel”. Moisés ficou ali com o Senhor quarenta dias e quarenta noites, sem comer pão e sem beber água. E escreveu nas tábuas as palavras da aliança: os Dez Mandamentos (Êx 34.27,28).

Então Moisés convocou todo o Israel e lhe disse: “Ouça, ó Israel, os decretos e as ordenanças que hoje lhe estou anunciando. Aprenda-os e tenha o cuidado de cumpri-los. o Senhor, o nosso Deus, fez conosco uma aliança em Horebe. Não foi com os nossos antepassados que o Senhor fez essa aliança, mas conosco, com todos nós que hoje estamos vivos aqui” (Dt 5.1-3).



Portanto, os dez mandamentos eram a essência da antiga (primeira) aliança e não a essência da lei de Deus em todas as eras [que é o amor, que foi citado na velha lei]. Como cerne da antiga aliança, os dez mandamentos funcionavam como seu representante:

Além disso, a antiga aliança com Israel era legal e condicional e exigia perfeita obediência para o recebimento das bênçãos prometidas:

Logo Moisés subiu o monte para encontrar-se com Deus. E o Senhor o chamou do monte, dizendo:


“Diga o seguinte aos descendentes de Jacó e declare aos israelitas:Vocês viram o que fiz ao Egito e como os transportei sobre asas de águias e os trouxe para junto de mim. Agora, se me obedecerem fielmente e guardarem a minha aliança, vocês serão o meu tesouro pessoal dentre todas as nações. Embora toda a terra seja minha, vocês serão para mim um reino de sacerdotes e uma nação santa. Essas são as palavras que você dirá aos israelitas” (Êx 19.3-6).



A função primária da antiga aliança era o ministério de morte, [do regrismo, do moralismo, da ameaça, da condenação da lei]:



Ele nos capacitou para sermos ministros de uma nova aliança, não da letra, mas do Espírito; pois a letra mata, mas o Espírito vivifica.

O ministério que trouxe a morte foi gravado com letras em pedras; mas esse ministério veio com tal glória que os israelitas não podiam fixar os olhos na face de Moisés, por causa do resplendor do seu rosto, ainda que desvanecente. Não será o ministério do Espírito ainda muito mais glorioso? Se era glorioso o ministério que trouxe condenação, quanto mais glorioso será o ministério que produz justificação! (2Co 3.6-9).



A antiga aliança estava ligada historicamente a determinado período. Os israelitas estavam obrigados a obedecer a ela perfeitamente até que o prometido “descendente de Abraão” (Jesus Cristo) viesse:



Assim, a Lei foi o nosso tutor até Cristo, para que fôssemos justificados pela fé. Agora, porém, tendo chegado a fé, já não estamos mais sob o controle do tutor (Gl  3.24,25).



A nova aliança é um pacto novo e melhor. Jesus Cristo, é seu Mediador; ela está fundamentada em promessas superiores:



Agora, porém, o ministério que Jesus recebeu é superior ao deles, assim como também a aliança da qual ele é mediador é superior à antiga, sendo baseada em promessas superiores (Hb 8.6). A nova aliança é estabelecida com pessoas totalmente regeneradas, pois Jesus morreu somente pelo seu povo (os eleitos), que recebem todos os benefícios de sua obra reconciliadora (Hb 8.10-12; Hb  7.25).



Jesus Cristo, guardou perfeitamente os termos da antiga aliança e obteve todas as bênçãos para o seu povo:



Mas, quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido debaixo da Lei, a fim de redimir os que estavam sob a Lei, para que recebêssemos a adoção de filhos. E, porque vocês são filhos, Deus enviou o Espírito de seu Filho ao coração de vocês, e ele clama: “Aba, Pai”. Assim, você já não é mais escravo, mas filho; e, por ser filho, Deus também o tornou herdeiro (Gl 4.4-7).



Já os que se apóiam na prática da Lei estão debaixo de maldição, pois está escrito:



“Maldito todo aquele que não persiste em praticar todas as coisas escritas no livro da Lei”. É evidente que diante de Deus ninguém é justificado pela Lei, pois “o justo viverá pela fé”. A Lei não é baseada na fé; ao contrário, “quem praticar estas coisas, por elas viverá”. Cristo nos redimiu da maldição da Lei quando se tornou maldição em nosso lugar, pois está escrito: “Maldito todo aquele que for pendurado num madeiro”. Isso para que em Cristo Jesus a bênção de Abraão chegasse também aos não-judeus, para que recebêssemos a promessa do Espírito mediante a fé (Gl 3.10-14).



Pelo fato de Jesus ser o Mediador da nova aliança, ele é o novo Legislador e Senhor da igreja:



Se fosse possível alcançar a perfeição por meio do sacerdócio levítico (visto que em sua vigência o povo recebeu a Lei), por que haveria ainda necessidade de se levantar outro sacerdote, segundo a ordem de Melquisedeque e não de Arão? Certo é que, quando há mudança de sacerdócio, é necessário que haja mudança de lei (Hb 7.11,12). Há muito tempo Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas, mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas e por meio de quem fez o universo. O Filho é o resplendor da glória de Deus e a expressão exata do seu ser, sustentando todas as coisas por sua palavra poderosa. Depois de ter realizado a purificação dos pecados, ele se assentou à direita da Majestade nas alturas (Hb 1.1-3).



Assim, todo cristão está sujeito à autoridade da nova aliança (cujos termos se acham nos livros do Novo Testamento):



Portanto, vocês já não são estrangeiros nem forasteiros, mas concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, tendo Jesus Cristo como pedra angular, no qual todo o edifício é ajustado e cresce para tornar-se um santuário santo no Senhor. Nele vocês também estão sendo edificados juntos, para se tornarem morada de Deus por seu Espírito (Ef  2.19-22).



A antiga aliança foi cumprida perfeitamente por Cristo e [foi suplantada, corrigida, melhorada,  bem como foi cancelada no sentido de que sua função de condenar foi desfeita na cruz por aquele que recebeu toda condenação em nosso lugar]. A lei de Deus é obrigatória para o crente da nova aliança; entretanto, os justos padrões divinos estão contidos na lei de Cristo, e [estão apenas iniciados de forma elementar]  na lei de Moisés:



Tornei-me judeu para os judeus, a fim de ganhar os judeus. Para os que estão debaixo da Lei, tornei-me como se estivesse sujeito à Lei (embora eu mesmo não esteja debaixo da Lei), a fim de ganhar os que estão debaixo da Lei. Para os que estão sem lei, tornei-me como sem lei (embora não esteja livre da lei de Deus, e sim sob a lei de Cristo), a fim de ganhar os que não têm a Lei (1Co 9.20,21).

Levem os fardos pesados uns dos outros e, assim, cumpram a lei de Cristo (Gl 6.2).



A TNA difere da teologia do pacto e do dispensacionalismo histórico. Com relação à teologia do pacto, a TNA afirma que “o pacto das obras” e “o pacto da graça” não são encontrados na Escritura. Concordamos que Deus teve um propósito gracioso ao colocar a nação de Israel sob a lei, estabelecendo uma aliança. Contudo, isso não torna a antiga aliança um “pacto da graça”. A Escritura indica que o propósito da lei mosaica era trazer profunda convicção de pecado aos que se encontravam sob a antiga aliança: [fazendo com que desejassem sua graça, sua justiça, quando Jesus veio ministrando especialmente aos da casa de Israel ,    revelou toda a vontade divina em seus ensinos e vida, ele reinterpretou  a lei mostrando a extensão da exigencia de justiça divina, então este desejo de salvação e perdão só aumentou]



Qual era então o propósito da Lei? Foi acrescentada por causa das transgressões, até que viesse o Descendente a quem se referia a promessa... (Gl 3.19a). Contudo, esses sacrifícios são uma recordação anual dos pecados, pois é impossível que o sangue de touros e bodes tire pecados (Hb 10.3,4). Além disso, a tna interpreta a nação de Israel como figura do povo de Deus, mas não o verdadeiro povo de Deus:

A Lei traz apenas uma sombra dos benefícios que hão de vir, e não a sua realidade. Por isso ela nunca consegue, mediante os mesmos sacrifícios repetidos ano após ano, aperfeiçoar os que se aproximam para adorar (Hb 10.1).

Porque não quero, irmãos, que vocês ignorem o fato de que todos os nossos antepassados estiveram sob a nuvem e todos passaram pelo mar. Em Moisés, todos eles foram batizados na nuvem e no mar. Todos comeram do mesmo alimento espiritual e beberam da mesma bebida espiritual; pois bebiam da rocha espiritual que os acompanhava, e essa rocha era Cristo. Contudo, Deus não se agradou da maioria deles; por isso os seus corpos ficaram espalhados no deserto.

Essas coisas ocorreram como exemplos para nós, para que não cobicemos coisas más, como eles fizeram. [...]

Essas coisas aconteceram a eles como exemplos e foram escritas como advertência 
para nós, sobre quem tem chegado o fim dos tempos (1Co 10.1-6, 11).


Por isso, a nação de Israel é constituída majoritariamente de pessoas incrédulas, rejeitadas por Deus como nação pactual:



Entrando Jesus em Cafarnaum, dirigiu-se a ele um centurião, pedindo-lhe ajuda. E disse: “Senhor, meu servo está em casa, paralítico, em terrível sofrimento”. Jesus lhe disse: “Eu irei curá-lo”.

Respondeu o centurião: “Senhor, não mereço receber-te debaixo do meu teto. Mas dize apenas uma palavra, e o meu servo será curado. Pois eu também sou homem sujeito à autoridade e com soldados sob o meu comando. Digo a um: Vá, e ele vai; e a outro: Venha, e ele vem. Digo a meu servo: Faça isto, e ele faz”.

Ao ouvir isso, Jesus admirou-se e disse aos que o seguiam: “Digo-lhes a verdade: Não encontrei em Israel ninguém com tamanha fé. Eu lhes digo que muitos virão do oriente e do ocidente, e se sentarão à mesa com Abraão, Isaque e Jacó no Reino dos céus. Mas os súditos do Reino serão lançados para fora, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes” (Mt 8.5-12).


Apesar de o remanescente da nação de Israel crer verdadeiramente, os crentes da era da nova aliança são o verdadeiro povo de Deus pelo fato de Jesus tê-los incluído na nova aliança: À medida que se aproximam dele, a pedra viva rejeitada pelos homens, mas escolhida por Deus e preciosa para ele vocês também estão sendo utilizados como pedras vivas na edificação de uma casa espiritual para serem sacerdócio santo, oferecendo sacrifícios espirituais aceitáveis a Deus, por meio de Jesus Cristo. Pois assim é dito na Escritura:


“Eis que ponho em Sião uma pedra angular, escolhida e preciosa, e aquele que nela confia jamais será envergonhado”. Portanto, para vocês, os que crêem, esta pedra é preciosa; mas para os que não crêem, “a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular”, e, “pedra de tropeço e rocha que faz cair”.Os que não crêem tropeçam, porque desobedecem à mensagem; para o que também foram destinados.

Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo exclusivo de Deus, para anunciar as grandezas daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz. Antes vocês nem sequer eram povo, mas agora são povo de Deus; não haviam recebido misericórdia, mas agora a receberam (1Pe 2.4-10).



Na TNA, os dez mandamentos não são a essência da “lei moral”; [mas Jesus e seu caráter que é o proprio caráter moral de Deus ] são vistos como uma unidade aplicável somente nos termos da antiga aliança com Israel. O cristão, portanto, não é obrigado a obedecer aos termos da antiga aliança. A lei de Cristo é o padrão objetivo para o crente da nova aliança e [na  lei de Cristo , se inclui partes da lei antiga reinterpretadas, aprofundadas, mudadas... ]



Sumário



A teologia da nova aliança descreve como o plano de salvação na Escritura deve ser entendido. Ela difere da teologia do pacto e do dispensacionalismo histórico.


Relacionamento com a teologia do pacto — A teologia do pacto erra ao tentar interpretar a antiga aliança como se fosse a nova aliança. Também erra ao declarar que os dez mandamentos são a essência da lei de Deus em cada era.

Relacionamento com o dispensacionalismo — O dispensacionalismo erra ao interpretar a antiga aliança desconsiderando a nova.

A antiga aliança — A antiga aliança (aliança mosaica, também conhecida por “primeira aliança”) era uma aliança legal e condicional, não outra administração da aliança da graça. Apesar do gracioso propósito divino em conceder a aliança mosaica, ela era uma aliança legal que objetivava mostrar aos israelitas os pecados deles.[a graça estava latente nas sombras profetizadas do cerimonialismo, no sangue dos cordeiros, nas interceções dos sacerdotes, e só foi plenamente revelada na cruz e bem esplanada por Paulo a quem Deus escolheu para anunciar o misterio de Deus -Efesios 3]

A nação de Israel — A nação de Israel é o povo “incrédulo” de Deus. Israel era uma figura do verdadeiro povo de Deus (a igreja) que foi plenamente revelado na era da nova aliança era. Só o remanescente de Israel cria genuinamente. ["Os que são da fé é que são filhos de Abração"]

Os dez mandamentos — Os dez mandamentos constituíam a essência ou os termos da antiga aliança, não o cerne da lei de Deus em todas as eras [que é o amor, apesar dos mandamentos estabelecerem principios de relações de amor a Deus e ao próximo]. Apesar de a nova aliança restabelecer nove dos dez mandamentos (com exceção do sábado), [os dez mandamentos constituem uma unidade que  integra a nova aliança. Alguns grupos como adventistas da Nova Aliança, consideram Romanos 14 como dando como facultativa a guarda do sábado, integrando tambem este mandamento, reiterando o que defendeu Calvino de que o sábado como descanso encontrou em Jesus sua plenitude, conforme Hebreus 4 (resta ao povo de Deus um descanso) mas como memorial da Criação permanece, o que recomenda aos cristãos sob a nova aliança a descansar em Cristo e quem sabe estar "junto de um rio" junto a natureza "onde parecer bom lugar de oração" Atos 16] A essência da lei de Deus é encontrada nos dois grandes mandamentos: Amar “o Senhor com todo o coração” e “ao próximo como a si mesmo”, não nos dez mandamentos [por mais que os quatro primeiros mandamento sejam ordens obejtivas ligadas ao ato de se amar a Deus,  e os seis ultimos mandamento tem que ver com relações de respeito ao próximo]


“Mestre, qual é o maior mandamento da Lei?” Respondeu Jesus: “  ‘Ame o Senhor, o seu Deus de todo o seu coração, de toda a sua alma e de todo o seu entendimento’. Este é o primeiro e maior mandamento. E o segundo é semelhante a ele: ‘Ame o seu próximo como a si mesmo’. Destes dois mandamentos dependem toda a Lei e os Profetas” (Mt 22.36-40).


A aliança com Abraão — Essa aliança é a revelação do plano divino de salvação por intermédio de Abraão e seus descendentes físicos. O verdadeiro descendente de Abraão é Jesus Cristo, e os crentes são os verdadeiros filhos de Abraão.

A lei de Cristo — A lei de Cristo é a lei da nova aliança. Não se trata de saber se os crentes da era da nova aliança estão debaixo da lei. O ponto é: A qual conjunto de leis os crentes devem se submeter? [O cristão vai enxergar exigencias bem superiores que se exige na velha aliança, mas ao mesmo tempo que abraça o desafio de imitar a Cristo, a lei viva de Deus, repousa e descansa na graça (justiça divina da lei outorgada pelo sangue justificador de Jesus)].


Para os que querem obedecer a lei de Cristo e seguir este "novo e vivo caminho além do véu" , medite neste texto abaixo:

"A ênfase da velha aliança era "obedeça e viverá" , a ênfase da nova aliança é "creia e viverá". A fé na justiça de Cristo é chamada de "misterio revelado" por Paulo. "Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus, que para convosco me foi dada;Como me foi este mistério manifestado pela revelação, como antes um pouco vos escrevi;Por isso, quando ledes, podeis perceber a minha compreensão do mistério de Cristo,O qual noutros séculos não foi manifestado aos filhos dos homens, como agora tem sido revelado pelo Espírito aos seus santos apóstolos e profetas"; Efésios 3:2-5 Revelado nas sombras profetizadas das cerimonias ensanguentadas da lei. Revelado no Cristo que guiava antigamente por aio, por leis, por um tutor, mas agora se fez carne e diz: "antigamente voces ouviram isso e aquilo, eu porem vos digo"' EU SOU quem manda agora. Moisés dissera que viera um profeta maior que Ele..Moisés não sabia que viria o proprio Deus.

Deus não quer pouco ou muito de nós, Ele quer tudo , porque deu tudo...não quer que simplesmente obedeçamos a lei como os judeus tentaram fazer, isso é muito pouco, o aio da lei conduziria a humanidade e os judeus para Cristo, á uma revelção mais que superior do carater e vontade de Deus expressos na lei, o tutor e aio conduziria para o proprio Deus encarnado, para o caráter de Deus clarificado em forma humana, para o amor em carne e osso .."nós vimos sua gloria" e nos apaixonamos ...Diante de tanta revelação ele exige muito mais , "ao que muito se dá muito será exigido" Lucas 12:47 Estamos em dias posteriores a esta tão grande revelação , não temos pouca revelação, mas temos muita, temos a expressão do Filho de Deus, perfeita expressão do seu carater, temos um Deus esquartejado na cruz , aberto em feridas que nos ensinam quem Ele é......portanto, "se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus JAMAIS entrareis no reino dos ceus"

Ele quer que eu e vc morramos para o eu, tomemos a cruz da renuncia de si mesmo, e que deixemos Jesus se manifestar em nosso corpo carnal. Paulo sentia dores de parto até que Cristo fosse formado nas pessoas de sua época. Devemos sentir isso unspelos outros, para que a bondade e luz resplandeça em nosso ser egoista e orgulhoso...E para tal deveremos nascer de novo, não é simplesmente mergulhar num tanque batismal, não é cumprir uma cerimonia e preencher uma ficha ou alcançar um alvo numérico da Igreja , é nascer do espirito, é rasgar o coração, é derramar-se como sacrificio vivo e agradavel a Deus num culto de entrega total.. é andar em novidade de vida, revestidos de Cristo..de fé e em fé..obedecendo ao Espírito Santo que nos guia de forma SUPERIOR ao que a lei fazia "porque não falará de si mesmo, mas "vos lembrará daquilo que vos tenho falado" ...por isto que o ministerio da lei foi glorioso, Moisés foi incrivel, mas o ministerio do Espírito Santo que manifesta Cristo em nós, é de SOBREEXCELENTE GLORIA II Corintios 3..Aleluia! Aceitemos este NOVO E VIVO CAMINHO aberto pelo véu !!! Oh digo, aceitemos!!!" sodregoncalves@yahoo.com.br